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22 de março de 2016, 15:53

Eduardo Salles vai marcar audiência com ministro dos Portos para tentar resolver avanço da maré em Ilhéus

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Marcar audiência com o ministro da Secretaria dos Portos, Helder Barbalho, é a próxima missão do deputado estadual Eduardo Salles na tentativa de resolver o problema do avanço da maré, que tem prejudicado os moradores dos bairros de São Miguel, Barra Norte e São Domingos, em Ilhéus.

A decisão de Eduardo Salles marcar audiência com o ministro veio depois da reunião que o parlamentar teve com o presidente da CODEBA (Companhia de Docas da Bahia), José Muniz Rebouças, quando foi informado que não houve nenhum avanço na elaboração de um planejamento de obras para resolver o problema. Em função do avanço da maré, o MPF (Ministério Público Federal) já entrou com Ação Civil Pública contra a União.

O MPF afirma que a construção do Porto de Ilhéus alterou o fluxo natural de sedimentos marinhos do litoral do município, gerando assoreamento ao sul do Porto e derrocamento ao norte.

Rebouças explicou ao parlamentar que é necessário realizar estudo com um software europeu para determinar como resolver o problema. “Até o momento o programa não foi adquirido”, explicou o presidente da CODEBA.

“A água está invadindo as ruas e causando prejuízos a moradores e comerciantes. A União tem a obrigação de resolver o problema. E eu vou atrás desta resolução”, garante Eduardo Salles.

“O risco é que a faixa do continente é muito estreita e o mar pode se juntar ao rio. Caso isso ocorra, será necessário construir uma ponte extensa para manter a ligação da rodovia que liga Ilhéus a Itacaré”, esclareceu o parlamentar.

OBRAS EMERGENCIAIS

Em 2015, ao lado do prefeito Jabes Ribeiro e do vereador Tarcísio Paixão, o parlamentar participou de audiências com o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, quando conseguiu R$ 700 mil para as obras emergenciais.

“A obra que o governo estadual fez ano passado foi um paliativo. Precisamos resolver definitivamente o problema, sob pena de acontecer sérios prejuízos à economia, à infraestrutura e ao meio ambiente de Ilhéus e região”, concluiu Salles.