Cotações
Ver todas

Notícias

Mostrando notícias publicadas com o assunto "Brasília"

19 de agosto de 2016, 10:59

Eduardo Salles sugere a ministro manutenção de plataformas da Petrobras no estaleiro de Maragojipe

IMG_0212

Desde que o Estaleiro Enseada do Paraguaçu suspendeu suas atividades, em função de problemas enfrentados pela Petrobras e Sete Brasil, cerca de sete mil trabalhadores perderam o emprego em Maragojipe.

Após debater o assunto com o vice-prefeito de Maragojipe, Ademar Novaes e técnicos do setor, o deputado estadual Eduardo Salles solicitou, em audiência nesta quinta-feira (18), em Brasília, com o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, a utilização do Estaleiro São Roque do Paraguaçu para o serviço de manutenção das plataformas da Petrobras.

“Essa medida permitia a retomada de aproximadamente 2.000 postos de trabalhando, diminuindo o caos social instalado em Maragojipe após a paralisação das atividades por parte do Estaleiro Enseada”, explicou Eduardo Salles.

O deputado mostrou ao ministro que o Estaleiro São Roque do Paraguaçu realizava anteriormente o serviço de manutenção das plataformas da Petrobras. “Seria uma retomada”, acrescentou.

Fernando Bezerra Filho gostou da ideia e explicou que precisa de um documento apresentando detalhadamente a proposta. “Vou providenciar o documento e apresentar o mais rápido possível”, garantiu Eduardo Salles.

19 de agosto de 2016, 08:48

Prorrogação do Luz para Todos na Bahia é solicitada por Eduardo Salles a ministro de Minas e Energia

IMG_0457

Prorrogar até 2018 o Luz para Todos na Bahia foi a solicitação feita pelo deputado estadual Eduardo Salles ao ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, durante audiência nesta quinta-feira (18), em Brasília. O programa encerra no Estado no próximo dia 31 de dezembro. Desde que foi iniciado, já foram feitas mais de 570 mil ligações.

Conforme dados da SEINFRA (Secretaria Estadual de Infraestrutura) e ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), ainda restam 140 mil ligações para universalizar o acesso à energia elétrica na Bahia. Deste total, 57 mil têm custo unitário estimado em R$ 16 mil por unidade habitacional.

“Como engenheiro agrônomo, ex-secretário estadual de Agricultura e agora como deputado estadual, rodo por todas as regiões e centenas de municípios baianos e posso afirmar que o Luz para Todos é um dos programas mais estruturantes já realizados em nosso país”, argumenta Eduardo Salles.

O ministro garantiu levar a solicitação à Casa Civil que, segundo ele, é quem vai decidir pela prorrogação ou não do Luz Para Todos na Bahia. “Tentarei mobilizar a bancada baiana, independente de bandeira partidária, para, juntamente com o governador Rui Costa, conseguirmos a manutenção do programa e retirarmos milhares de baianos do uso do lampião”, prometeu o parlamentar.

“Sei da crise financeira e diminuição dos recursos, mas precisamos manter o Luz Para Todos, mesmo que a execução agora seja um pouco menor”, disse Eduardo Salles.

O superintendente de Energia e Comunicação da SEINFRA, Silvano Ragno, representando o secretário Marcus Cavalcanti, e o superintendente de Operações e Manutenção da COELBA, Sérgio Mello, também participaram da audiência e apresentaram argumentos técnicos à manutenção do Luz para Todos.

08 de julho de 2016, 15:24

Eduardo Salles auxilia Roberto Muniz na elaboração de emendas à MP 733 para permitir renegociação das dívidas dos produtores rurais

ROBERTO MUNIZ  E EDUARDO SALLES

A renegociação das dívidas dos agropecuaristas baianos e nordestinos relativas às operações de crédito rural é classificada pelo deputado estadual Eduardo Salles como “vital” não apenas aos produtores, mas também à economia do Estado. “A agropecuária é o maior gerador de empregos no interior e as seguidas secas têm causado enormes prejuízos”, explica o parlamentar.

A preocupação de Eduardo Salles é justificada porque o governo federal em junho vetou parcialmente a MP (Medida Provisória) 707 e editou a MP 733, “mas não contemplou a renegociação das dívidas dos agricultores sob influência da SUDENE (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) e o assunto voltou à estaca zero”, reclama o deputado estadual.

Outro ponto excluído da MP 707 e não contemplado na MP 733 é a renegociação das dívidas dos agricultores dos perímetros irrigados sob tutela da CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco) e DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca) em relação ao K1 (cobrança da depreciação da infraestrutura) e titulação.

Para tentar resolver esses pontos, Eduardo Salles foi a Brasília participar de reunião com o senador Roberto Muniz, que se colocou à disposição para ser o representante no Senado dos interesses dos agricultores do Nordeste.

“Debatemos e o senador apresentou emendas à MP 737 para tratar da liquidação e renegociação de dívidas referentes a empréstimos rurais contratados até 2011 por pequenos e médios produtores do Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo”, revelou Eduardo Salles.

As emendas contemplam as mais importantes reivindicações dos produtores, como a renegociação dos contratos de crédito rural com recursos do FNE (Fundo Constitucional do Nordeste) e outras fontes. A proposta é de que os saldos devedores das operações liquidadas sejam apurados a partir da data da contratação da operação, de modo a evitar a incorporação de multas nesse valor.

As propostas apresentadas por Roberto Muniz também beneficiam cooperativas, associações e condomínios rurais formais e informais, bem como permitem a concessão de desconto nas renegociações dos débitos inscritos no cadastro da dívida ativa da União até 90 dias após a entrada em vigor da lei.

“A incorporação dessas emendas à MP 733 trará melhorias à lei e constituirá o primeiro passo para solucionar problemas graves dos produtores rurais, que hoje não investem porque não têm acesso ao crédito em função das dívidas”, alerta Eduardo Salles.

O parlamentar e o senador baiano acreditam que a incorporação essas emendas à MP 733 permitirá o pagamento da dívida e recuperação do crédito de cerca de mais de um milhão de produtores rurais, sendo mais de 200 mil somente na Bahia, e envolvendo uma dívida superior a R$ 5 bilhões.

“Tenho participado desta luta junto com a AIBA (Associação dos Agricultores Irrigantes da Bahia), presidida por Júlio Busato, sindicatos e associações rurais para conseguirmos resolver esse problema histórico e permitir que os agricultores baianos voltem a respirar”, concluiu Eduardo Salles.

02 de abril de 2016, 18:42

Eduardo Salles diz que ministra ‘traiu os baianos’ ao assinar decreto que rebaixa a CEPLAC

12795312_10201190750767558_7240548881507058338_n

O deputado estadual Eduardo Salles disse neste sábado (2), em entrevista à rádio Conquista FM, de Ilhéus, no programa do apresentador Fred Vesper, que ele e “todos os que se preocupam com os destinos da região cacaueira” estão indignados e se sentem traídos pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, que assinou, no último dia 31, decreto que transforma a CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) em departamento vinculado à Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo do Ministério da Agricultura.

A decisão, que na visão do deputado, equivale à extinção da CEPLAC, foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (1º). Parlamentares e senadores representantes das regiões produtoras de cacau no Estado participaram de audiência com a ministra em março.

“Todos os presentes explicitaram a ela que não eram contra a modernização da instituição, mas que não concordavam com a transformação da CEPLAC em um departamento do Ministério da Agricultura, sem autonomia administrativa, financeira e orçamentária”, explicou Eduardo Salles. “A decisão foi feita de forma unilateral, com uma arrogância sem tamanho e com a anuência de burocratas que muitas vezes não sabem nem o que é um pé de cacau”, continuou.

“A ministra, com vaidade, apego ao cargo e mal assessorada, disse, de forma equivocada, que a CEPLAC era para cuidar de cacau e estava desvirtuada, cuidando atualmente até de peixes”, acrescentou o deputado.

Após a fala de Kátia Abreu, Eduardo Salles, que foi secretário estadual de Agricultura e presidente do CONSEAGRI (Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Agricultura), rebateu a ministra. “Quem está municiando a senhora de informações está equivocado. A CEPLAC é uma instituição de desenvolvimento regional e a diversificação de culturas é um dos papéis mais importantes dela. A piscicultura, como a apicultura, o leite, a borracha, a mandiocultura, o dendê e a fruticultura foram e são fundamentais à sustentabilidade de todas as regiões produtoras de cacau”, argumentou o parlamentar baiano, citando que o órgão é responsável por transformar a região na maior produtora de graviola do mundo.

“A agroindustrialização também tem um papel importantíssimo no desenvolvimento regional. Se não fosse essa busca da diversificação, com a entrada da Vassoura de Bruxa, o caos social na região seria mais devastador ainda”, alertou.

Durante a audiência, a senadora Lídice da Mata, Eduardo Salles, os deputados federais Bebeto Galvão, Davidson Magalhães, Daniel Almeida e Roberto Brito receberam de Kátia Abreu a garantia que qualquer modificação na estrutura da CEPLAC seria debatida com a bancada baiana. “Infelizmente não foi isso que ocorreu. Ela traiu a confiança dos baianos”, reclamou o deputado estadual.

“Durante toda a audiência ela deixou claro que não gostou dos nossos questionamentos e sequer de nos receber. A ministra questionou sempre a eficiência e os objetivos da CEPLAC. Agora ela cometeu um desmantelo na instituição que tinha um trabalho histórico e de importância fundamental. Excluiu as atividades de assistência técnica e extensão rural, suprimiu o segmento da agricultura familiar e limitou a atuação à cacauicultura”, esbravejou o parlamentar na entrevista.

Em 2015, na Assembleia Legislativa da Bahia, Eduardo Salles conseguiu a assinatura de todos os 63 deputados que compõem a Casa para tentar convencer o governo federal a realizar concurso público na CEPLAC. “Já são 30 anos sem processo de seleção de novos servidores. Dos cinco mil que o órgão tinha, hoje restam pouco mais de 1.800. E praticamente 70% está próximo da aposentadoria”, lembrou.

O deputado estadual concluiu convocando toda a bancada baiana a lutar contra a decisão do Ministério da Agricultura. “Não podemos nos calar frente a um absurdo desse. É inaceitável. Acho que agora a pauta de votações dos representantes políticos dos seis estados tem que estar atrelada à revogação do decreto. Essa ministra não entende de políticas públicas para conduzir a agropecuária nacional”, encerrou Eduardo Salles.

03 de março de 2016, 09:16

Fim da mitigação e trânsito da banana baiana no Espírito Santo são solicitados por Eduardo Salles à ministra da Agricultura

materia da banana

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), João Martins, ouviram do deputado estadual Eduardo Salles, nesta quarta-feira (2), em Brasília, a solicitação de não mais exigir a mitigação imposta aos produtores de banana da Bahia.

A mitigação é o monitoramento imposto pelo Ministério da Agricultura aos produtores para informar ao órgão o surgimento da Sigatoka Negra, doença que causa perdas de até 100% na produção.

“A mitigação aumenta sensivelmente os custos de produção”, explicou Eduardo Salles. “E hoje essa prática não se sustenta porque a doença já foi verificada em 23 estados”, acrescentou o parlamentar.

Na Bahia, Bom Jesus da Lapa se destaca e é o maior produtor do Nordeste. A região Sul do Estado fica em segundo lugar. São Paulo e o restante do Sudeste são os destinos do produto (banana prata), atividade que gera milhares de empregos.

Outro pedido feito por Eduardo Salles à ministra foi que garanta o trânsito da banana baiana pelo Espírito Santo. O produto segue para os estados do Sudeste.

“Caso a proibição ocorra, vai haver falta de banana para compra por consumidores nesses estados, e um desespero por parte dos produtores que não teriam para onde vender”, justificou Eduardo Salles.

03 de março de 2016, 09:10

Eduardo Salles, Lídice da Mata e deputados federais cobram de Kátia Abreu participação dos parlamentares na reestruturação da CEPLAC

materia da ceplac

Entender o que existe de real sobre a reestruturação da CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) foi o objetivo das reuniões que o deputado estadual Eduardo Salles participou em Brasília nesta quarta-feira (2).

A primeira parada do dia foi na CNA (Confederação Nacional da Agricultura) para audiência com o presidente, João Martins.

“A ministra Kátia Abreu quer enxugar a máquina, mas não acabar com a CEPLAC”, declarou o presidente da CNA. Martins explicou que não há nenhuma proposta oficial de extinção do órgão.

À tarde, junto à senadora Lidice da Mata e os deputados federais Davidson Magalhães, Bebeto Galvão, Daniel Almeida e Roberto Brito, o deputado estadual Eduardo Salles, a convite deles, também participou de audiência previamente marcada com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu.

Durante a audiência, todos os representantes da Bahia tentaram sensibilizar a ministra sobre a importância da CEPLAC como instituição de desenvolvimento regional e nas ações de pesquisa, assistência técnica e busca pela diversificação e agroindustrialização da região.

A ministra assumiu que realmente está sendo estudada uma reestruturação da CEPLAC, mas também da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e da própria estrutura do Ministério da Agricultura.

Abreu ressaltou que no caso da CEPLAC o objetivo é enxugar a estrutura, vender patrimônio, anexar a uma diretoria e modernizar a instituição.

“Todos os parlamentares presentes argumentaram que ninguém é contra esse processo de modernização, desde que seja discutido com os representantes políticos da região, lideranças de funcionários e da sociedade civil”, declarou Eduardo Salles.

“Não tenho nada contra o enxugamento e à racionalização dos custos. Estamos aqui é para entender, afinal, qual a proposta da ministra em relação à CEPLAC e também solicitar que nós, parlamentares, que fomos eleitos com votos da região, possamos ser ouvidos nas discussões, ao invés de recebermos somente a decisão”, disse o deputado estadual.

Segundo o deputado, a CEPLAC tem um papel importante também porque promove a diversificação e agroindustrialização. Hoje já existem 30 marcas de chocolates finos produzidos na região.

“O sul da Bahia já é a maior produtor de graviola do Brasil. Além disso, o órgão é fundamental na pesquisa de mudas resistentes à Vassoura de Bruxa e à fiscalização para evitar a entrada da monilíase”, alertou Eduardo Salles.

O deputado estadual é contrário à proposta de transformar a CEPLAC em coordenação e ligada à Secretaria do Produtor Rural e Corporativismo. “Espero que o órgão siga vinculado à Secretaria-Executiva do Ministério da Agricultura com autonomia, porém, ligada mais intimamente ao Ministério”, disse o parlamentar.

Ao final da audiência a ministra se comprometeu a convidar os parlamentares presentes para debater numa reunião a apresentação do projeto de reestruturação.

Eduardo Salles aproveitou a estadia em Brasília para solicitar o apoio dos demais senadores baianos, Otto Alencar e Walter Pinheiro, que se comprometeram a ir contra qualquer ação possa atrapalhar a autonomia da CEPLAC.

O deputado finalizou afirmando que os baianos não permitirão que nada de mal aconteça a CEPLAC e a região.