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11 de outubro de 2017

Pesca na Bahia é defendida por Eduardo Salles

SEMA

O deputado estadual Eduardo Salles participou, nesta quarta-feira (11), de reunião com o secretário estadual de Meio Ambiente, Geraldo Reis, a Diretora Geral do Inema, Márcia Telles, o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira, além representantes do setor pesqueiro no estado e de órgãos públicos para estabelecer ações que conservem e mantenham a pesca na Bahia.

No mês passado, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente publicou a portaria nº 48/2017 que suspende as restrições relacionadas ao manuseio de 16 espécies de crustáceos, peixes e abelhas. Em edição do Diário Oficial do dia 15 de agosto, foi publicada a Portaria nº 37, que proibia a pesca e comercialização de espécies como o camarão-sete-barbas, o guaiamun e o caranguejo-uçá no litoral baiano.

Na reunião, pescadores relataram que que as espécies apontadas na lista de restrição da Secretaria têm grande volume e pontuaram que não foram consultados pelo órgão. O secretário aproveitou para destacar a importância da solicitação para suspensão da portaria que foi encaminhada por mim e pelos deputados federais Afonso Florence e Davidson Magalhães.

“Na época, encaminhei ofício à Bahia Pesca solicitando que técnicos do órgão realizem um levantamento para avaliar a verdadeira situação da população do camarão-sete-barbas, do guaiamun e do caranguejo-uçá no litoral baiano”, lembrou o parlamentar. Paralelo a isso, o deputado, na época, também encaminhou ofício ao presidente da Bahia Mineração, Cláudio Menezes, para que fosse disponibilizado o estudo realizado pelo órgão, juntamente com a (UESC) Universidade Estadual de Santa Cruz, referente a produção de pescados do litoral sul da Bahia nos últimos anos.

O deputado Eduardo Salles destacou a importância da realização de estudos e dados que sustentem uma decisão como essa que proibiu a pesca e comercialização destas espécies que constituem uma das principais atividades do setor pesqueiro, principalmente no litoral sul. “Ponderei que há necessidade de irmos em busca de recursos, tanto na esfera estadual quanto na federal, para a elaboração do Censo da Pesca com a contribuição das comunidades pesqueiras. Não podemos deixar que os empregos de Maraú, Itacaré, Ilhéus, Una, Canavieiras e toda a região sejam comprometidos com essa decisão”, ressaltou.

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