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18 de novembro de 2015

Ministério da Integração aprova recursos para Canal do Sertão Baiano

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Os recursos para o anteprojeto do Canal do Sertão Baiano foram aprovados pelo Ministério da Integração com a liberação de R$ 13,7 milhões oriundos da Codevasf. A esse montante somam-se outros R$ 12 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), já aplicados, totalizando R$ 25,7 em investimentos para a conclusão do anteprojeto e Estudo de Viabilidade Técnica Ambiental (EVTA).

A informação foi dada pelo vice-governador, João Leão, na última segunda-feira (16), após receber nota de empenho de número: 2015NE400129, com liberação da primeira parcela no valor de R$ 7.920.000,00.

Tido como o projeto de maior relevância para a infraestrutura hídrica do estado, o Canal do Sertão, beneficiará 40 municípios baianos, com o objetivo prioritário no abastecimento humano, contribuindo também para dessedentação animal, sustentabilidade para atividades da pecuária e revitalização de projetos de irrigação.

Para o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, algumas intervenções deverão favorecer o Canal do Sertão, promovendo a otimização dos recursos utilizados, por exemplo, em usinas para produção de energia nos parques eólicos, entre outras ações. “As obras de infraestrutura hídrica precisam estar alinhadas ao uso eficiente da água, democratizando o acesso a esse bem público em todo o Estado”, acrescentou. O otimismo da SIHS não é à toa, afinal, garantir segurança hídrica para os baianos está entre as metas principais do governo baiano. Segundo ele, a liberação dos recursos para a conclusão do anteprojeto “sinalizam o olhar cuidadoso do governo federal com a realidade dos municípios da região que captam água no Rio São Francisco”.

A obra, também batizada como transposição do Eixo Sul do Rio São Francisco, vai percorrer mais de 300 quilômetros, tendo o trecho inicial de 20 km entre as cidades de Juazeiro e Senhor do Bonfim. O governo baiano tem pressa para iniciar as obras, que devem somar R$ 4,9 bilhões em investimentos.

Fonte: ASCOM SIHS

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