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16 de setembro de 2015

Cacau: produtores, deputados e representantes do governo acatam proposta de Eduardo Salles

cacau

A proposta feita pelo deputado estadual Eduardo Salles na sessão do início de setembro na Comissão de Agricultura da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia) foi acatada nesta quarta-feira (16) na reunião com produtores de cacau, ADAB (Agência de Defesa Agropecuária da Bahia), SEAGRI (Secretaria Estadual de Agricultura) e outros parlamentares.

O acordo firmado foi marcar audiências em Brasília com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o ministro da Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, para debater os riscos fitossanitários da importação do cacau africano e o drawback.

“O objetivo é mostrar os riscos de entrada de pragas que corremos com a importação do cacau da forma que está sendo feita”, alertou Eduardo Salles. “Desta forma, vamos ter argumentos para solicitar aos ministérios as providências necessárias contra esse risco iminente da introdução de pragas vindas dos países africanos”, acrescentou.

O deputado salientou que o fato de o Brasil ser signatário da OIT (Organização Internacional do Trabalho) veta a compra de produtos oriundos de locais que utilizam mão de obra análoga à escravidão. “A segunda questão é o drawback, incentivo dado à indústria para que importem o produto. Da forma que está sendo feito, tem sido muito prejudicial ao produtor de cacau”, explicou.

A comitiva em direção a Brasília, conforme Eduardo Salles, pretende reunir deputados estaduais, federais e senadores para fortalecer politicamente o pleito dos produtores de cacau. “Queremos uma competitividade justa para que o cacau baiano e brasileiro não continue sendo penalizado com um deságio de até 800 dólares por tonelada”, concluiu Eduardo Salles.

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